NIHILO e a MPB - Música Psicodélica Brasileira

Formada no final de 1999, a banda NIHILO lançou o seu primeiro trabalho depois de apenas seis ensaios. Intitulado “In Cinemascope” (2000), logo chamou a atenção de Luiz Calanca, proprietário do selo/loja Baratos Afins , que convidou a banda para participar da primeira versão de “ Brazilian Pebbles” (2000) – pioneira coletânea de psicodelia brasileira, lançada ainda em 2000.

“Tropical Radar” (2005), lançado pelo selo Noiseprint, com distribuição da Tratore, seguiu o mesmo caminho, rendendo somente críticas positivas na mídia especializada, que destacam a diversidade e a consistência da sonoridade do grupo.

Atualmente, a NIHILO define a sua sonoridade como Música Psicodélica Brasileira (MPB), um caldeirão sonoro onde rock e música popular brasileira se mesclam livremente em camadas melódicas, pulsantes e lisérgicas.

Dentro dessa proposta, a banda está lançando o seu novo trabalho, o CD @Sol, pelo selo Baratos Afins. São sete músicas que promovem a alquimia do rock com ecos de tropicália e de bossa nova, com ambiências diversas, que vão do leve flutuar ao peso, numa elegante inconstância. As letras, nem sempre diretas, são amparadas por climas psicodélicos, tudo conectado com o inusitado.

Tocando em praticamente todos os points roqueiros e underground da cidade, além de locais como o Centro Cultural São Paulo, a NIHILO é composta por: James Garcia (voz, violão e guitarra), Nelson F   (guitarra, violão e voz), Vadim Surkov (baixo) e Zérik (bateria, percussão e viola).

As músicas de @Sol estão disponíveis na internet nos sites: www.nihilo.com.br, www.tramavirtual.com.br e www.myspace.com/nihilobrazil.